
6 pontos para checar antes de confiar num site de saúde
Autor identificável e verificável. Referências claras nas afirmações. Data de atualização visível. Ausência de promessa de cura milagrosa. Transparência sobre publicidade. Conteúdo revisado por profissional habilitado. Se um site falha em 2 ou mais desses pontos, vale desconfiar.
Transparência técnica é o que separa portal sério de conteúdo genérico
O FarmaCerto foi construído seguindo exatamente esses 6 critérios: autoria assinada por Wagner Fernandes (CRF-RO 4509) e Thays Gomes Gama (CRP 24/03693), fontes primárias linkadas em cada afirmação, e política editorial pública sobre patrocínio. Isso vale tanto para o leitor que quer informação confiável quanto para a marca avaliando onde investir em mídia de saúde.
Ver Nossa Política Editorial →1. O autor é identificável e verificável
Segundo orientação da Pfizer Brasil, sites confiáveis contratam especialistas da área ou profissionais de comunicação treinados, e verificar a missão e a política de publicação do site é um passo essencial. Profissional de saúde com registro ativo pode ser checado em sistema oficial do respectivo conselho, algo impossível com autor anônimo ou equipe editorial sem identificação individual.
2. As afirmações têm referência
Segundo o Sanarmed, é preciso verificar se o conteúdo cita fontes, e se essas fontes são organizações científicas reconhecidas, como universidades, institutos de pesquisa, OMS ou OPAS. Afirmação sem fonte visível, ou com fonte vaga (“estudos mostram”), é sinal de alerta.
| Critério | Sinal positivo | Sinal de alerta |
|---|---|---|
| Autoria | Nome e registro profissional visíveis | Autor anônimo ou “equipe editorial” |
| Referências | Fonte específica citada e linkada | “Estudos mostram”, sem fonte |
| Atualização | Data de publicação/revisão visível | Sem data, conteúdo indatável |
| Linguagem | Explica limitação e incerteza científica | Promessa de “cura milagrosa” |
| Publicidade | Patrocínio identificado claramente | Anúncio disfarçado de editorial |
| Revisão | Revisado por profissional habilitado | Sem menção a revisão técnica |
3. Existe pesquisa acadêmica séria por trás desses critérios
Isso não é opinião isolada. Uma revisão sistemática conduzida por Eysenbach et al. em 2002, referência recorrente na literatura sobre o tema, analisou 79 estudos publicados até aquele ano e identificou 86 critérios distintos de qualidade para avaliação de informação de saúde na internet, agrupados em dimensões técnica, de conteúdo e design. O tema já é objeto de pesquisa acadêmica formal há mais de duas décadas, o que reforça que os 6 pontos deste checklist não são arbitrários.
O que fazer se o site falhar nesse checklist
Se um conteúdo de saúde não passa em 2 ou mais desses critérios, o mais seguro é buscar confirmação em fonte adicional, como Anvisa, Ministério da Saúde, ou portal de saúde com autoria verificável, antes de tomar qualquer decisão baseada nessa informação.
Perguntas Frequentes
Fontes: Pfizer Brasil, “Como ter informações sobre saúde de forma confiável.” Sanarmed, “Onde pesquisar informações confiáveis sobre saúde.” Eysenbach G. et al., revisão sistemática sobre critérios de qualidade de sites de saúde, 2002.
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